quarta-feira, 11 de novembro de 2015

MEC vai apoiar mais de 26 mil escolas com baixo desempenho na alfabetização


da Agência Brasil*

O Ministério da Educação (MEC) dará suporte extra a escolas que estão com dificuldades na alfabetização, segundo o secretário de Educação Básica do MEC, Manuel Palacios. Ao todo, 26,5 mil escolas receberão apoio, não apenas nos primeiros anos, quando ocorre a alfabetização, mas também até o 9º ano do ensino fundamental. O apoio inclui educação integral, formação de professores e material didático específico. A intenção é iniciar a ajuda até meados do ano que vem.

Segundo o secretário, se o Brasil quiser promover uma mudança na educação, deve focar na alfabetização. "São necessários esforços para assegurar o letramento adequado mesmo daqueles que ultrapassaram o 3ª ano do ensino fundamental, já estão no 4º, 5º ou mesmo na segunda fase do ensino fundamental", disse à Agência Brasil durante o 2º Seminário do Ensino Médio do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), em Manaus.

O MEC mapeou, a partir dos resultados da Prova Brasil, aplicada ao 5º e 9º ano do ensino fundamental, e da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), aplicada às crianças do 3º ano do ensino fundamental, as escolas que concentram a maior parte dos alunos com baixo desempenho ou desempenho muito insuficiente nessas avaliações. Em número, as escolas correspondem a pouco menos de 50% das avaliadas pela Prova Brasil. Metade delas está na Região Nordeste.

Segundo Palacios, um aluno que chega ao 9º ano e têm um desempenho insuficiente na avaliação do MEC significa que tem "um desenvolvimento muito insuficiente para que possa almejar ter contato com a cultura letrada, contato com conteúdo científico, com textos históricos".

O apoio será dado pela articulação de programas como o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), que busca garantir que os alunos até 8 anos estejam alfabetizados em português e matemática; o Mais Educação, que oferece jornada ampliada e educação integral às escolas; e o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid). Será um projeto da União em parceria com os demais entes federados.

Formação de professores

O MEC discute também aprimorar a formação de professores. Uma proposta é que os docentes passem por uma espécie de residência nas escolas, a exemplo do que ocorre com os médicos. Os professores formados atuariam nas redes municipais e estaduais durante um ou dois anos com contratação temporária.

Durante esse período, receberiam uma bolsa do governo federal. "A residência é uma proposta que procura fazer com que a transição da licenciatura para o trabalho docente seja facilitada. Não só consiga aprimorar a formação do professor, mas crie caminho mais tranquilo para o ingresso na carreira", diz Palacios. Ele acrescenta que a intenção é que nesse período haja um concurso público e o docente tenha a oportunidade de ingressar de fato na rede em que atua.

A proposta ainda está em debate interno no MEC, mas segundo o secretário, em 2016, há a possibilidade de ser apresentada formalmente. Não há definição de prazo para a execução ainda


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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Eleições Sinpro Macaé e região




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Edital de Convocação de Eleição




O SINDICATO DOS PROFESSORES DE MACAÉ E REGIÃO (CNPJ N° 39.700.562/0001-83, REGISTRO SINDICAL N° 46 000 000160/95 MT), situado na Rua Teixeira de Gouveia,1169, 2º andar - sala 206  – Centro  CEP: 27.910- 110 – Macaé-RJ, REPRESENTANDO A CATEGORIA PROFISSIONAL, no uso de suas atribuições, CONVOCA, nos termos estatutários, todos os professores da Rede Particular de Ensino filiados da base territorial de Macaé, Rio das Ostras, Casimiro de Abreu, Carapebus, Quissamã, Conceição de Macabu, Silva Jardim e Rio Bonito para a Eleição da Diretoria. COMUNICA que foi inscrita uma única chapa: ‘Sinpro Forte Para Conquistar Ainda Mais’, para concorrer ao processo eleitoral para renovação dos cargos do Sistema Diretivo de Representação Sindical, para o mandato da gestão 2016/2018, a votação ocorrerá nos dias 17 a 19 de novembro de 2015, das 9h às 20h, na sede de Macaé Rua Teixeira de Gouveia, 1169, 2º andar-  sala 206  Bairro: Centro e na subsede de Rio das Ostras - Alameda Casimiro de Abreu, 292- 3º andar – sala 02 – Centro, bem como nas escolas com mais de 10 sócios, em conformidade com os cargos e respectivos membros abaixo relacionados.
‘Chapa Única: ‘Sinpro Forte Para Conquistar Ainda Mais’
DIRETORIA EXECUTIVA :
Presidente: César Gomes Araujo.
Vice-Presidente: Ana Maria Pinto.
Secretaria  Geral: Guilhermina Luzia da Rocha.
1ª Tesouraria: Rosaldo Bezerra Peixoto
2º Tesouraria: Shirley Lemgruber.
Diretoria de Comunicação: Sandra Regina Santos.
Diretoria de Educação e Cultura: Ivânia Ribeiro.

SUPLENTE DA DIRETORIA EXECUTIVA:
      Jean Cerqueira

CONSELHO FISCAL:
Conselheira: Paulo Sérgio Pereira Neves
                  Conselheira: Dulce Helena do Nascimento Francisco
                                                   Conselheiro: Fábio Gonçalves Aguiar


Macaé, 06 de novembro de 2015.

Comissão Eleitoral
ROSILENE DO CARMO MACEDO CONCEIÇÃO
PRESIDENTE DA COMISSÃO ELEITORAL DO SINPRO MACAÉ E REGIÃO


Sindicato dos Professores da Rede Particular de Macaé e Região
Rua Teixeira de Gouveia nº 1169 – 2º andar , sala 206 – Centro – Macaé - Tel. (22)  2772 3154
Subsede: Alameda Casimiro de Abreu, 292 – 3º andar – sala 02 – Centro – Rio das Ostras- Tel.(22)2764-6772
Email:sinpromacae.regiao@gmail.com
Blog: sinpromacae-regiao.blogspot.com







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terça-feira, 13 de outubro de 2015

Legado da Olimpíada para a educação é tema de debate no Rio


da Agência Brasil

O legado dos Jogos Olímpicos Rio 2016 para a educação foi tema de debate hoje (13) no Rio, no Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio, criado em 2003 na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A secretária-geral do fórum, Geiza Rocha, lembrou que a educação olímpica é uma das recomendações previstas na agenda 2020, lançada no ano passado para fortalecer os valores olímpicos na sociedade e discutir o legado social dos Jogos. “É uma preocupação, é um legado intangível que de fato muda a vida desses jovens e faz com que eles também possam experienciar o que é viver no país em que as Olimpíadas estão acontecendo”.

O professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Lamartine da Costa disse, ao abordar a questão, que o principal problema dos programas de educação olímpicos é a falta de continuidade. “Está tudo bem com os Jogos Olímpicos, não vai ter nenhum problema, parabéns para os governos, para tudo que está acontecendo, teremos um final feliz, certamente. Mas o problema atrás disso é manter uma continuidade e obter um resultado que melhore o aspecto educacional. A cidade vai mudar, mas a educação não tem o proveito que poderia ter, que seria o esporte”.

Para ele, o programa educacional do Comitê Olímpico Rio 2016, chamado de Transforma, está tendo ótimos resultados, porém, não foca no que poderia ocorrer pós-2016. “No ano que vem, quando acabar os Jogos Olímpicos, desmobiliza tudo. Nos outros países que tiveram Olimpíadas isso aconteceu”.

Mas, para o professor da Universidade de Coventry, no Reino Unido, Leonardo Mataruna, desde Atenas 2004 os programas de educação olímpica têm deixado um legado importante na área educacional. “Em Atenas começou muito antes, e teve uma continuidade forte em todas as escolas da Grécia. Foram adotados livros que não ficavam restritos apenas à educação física escolar, mas envolvia todas as disciplinas, língua estrangeira, matemática física e química aplicados aos Jogos Olímpicos. O programa da China foi superior na massificação, foram milhões de pessoas sendo educadas ao mesmo tempo, não de uma forma multidisciplinar, foi utilizado apenas dentro da educação física escolar”.

Segundo Mataruna, o Transformar tem uma proposta excelente, mas o número de escolas atendidas ainda é pequeno na comparação com a quantidade de escolas existentes no Brasil, além de ter sido lançado tarde, muito em cima dos Jogos. “O programa que os Jogos Rio 2016 tem proposto é realmente muito interessante, muito importante, que renova a concepção do esporte para a educação física escolar, ele é inovador, mas se entende que ele começou um pouco tarde. Deveria ter começado quatro anos ou oito anos atrás para que justamente a população pudesse coletar os benefícios e pudesse colocar em prática o conhecimento esportivo e de cidadania, e outras tendências de valores durante os Jogos Olímpios, e que isso também tivesse uma continuidade”.

A professora de educação física da rede estadual do Rio de Janeiro Heloísa Landim disse que faltou vontade política para envolver as crianças do país no espírito olímpico. “Equipamentos públicos, ginásios, piscinas e pistas, todas as cidades que vão sediar a Olimpíada têm que ter. Nós precisamos pensar mais adiante e ter um diferencial que é o lucro social. E esse lucro social está justamente na ponta, no investimento no aluno, na escola, na educação física escolar, que é tão colocada em terceiro plano”, afirmou.

O programa Transforma atua em parceria com as escolas e oferece material didático digital sobre os movimentos Olímpico e Paralímpico, sugestões de experimentação esportiva e cursos de formação para professores de educação física, além de propor desafios para estimula o ambiente escolar. Qualquer escola do país pode acessar o conteúdo pelo site http://www.rio2016.com/educacao/.

Diretamente, o programa atende, desde 2013, 15 escolas públicas do município do Rio de Janeiro, com visitas periódicas, acompanhamento das atividades e promoção de cursos presenciais, além de visita de atletas olímpicos e paralímpicos. Não há previsão de continuação do programa após os jogos do ano que vem e o Transforma não oferece apoio financeiro nem equipamentos esportivos para as escolas participantes, bem como não há previsão de seleção de novos atletas que participem das experimentações esportivas.


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