terça-feira, 11 de julho de 2017

Lute como uma mulher: senadoras ocupam mesa e paralisam sessão no Senado


 

 
Após as senadoras da oposição Gleisi Hoffmann (PT-PR), Lídice da Mata (PSB-BA), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Fátima Bezerra (PT-RN) e Regina Sousa (PT-PI) ocuparem a mesa do Senado para impedir a votação da Reforma Trabalhista, posts e memes começaram a surgir nas redes sociais, elogiando a postura combativa das quatro parlamentares; um deles dizia: "Lute como uma mulher!

 
247 - O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), suspendeu a sessão para discutir a reforma trabalhista após senadoras da oposição ocuparem a mesa do plenário e se recusarem a deixar o local. As senadoras oposicionistas que ocuparam os lugares na mesa são: Gleisi Hoffmann (PT-PR), Lídice da Mata (PSB-BA), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Fátima Bezerra (PT-RN) e Regina Sousa (PT-PI).

A postura das senadoras ante a iminência da sessão para votar a reforma trabalhista repercutiu nas redes na forma de tweets e memes. Um deles, bastante compartilhado, mostrava uma imagem das quatro senadoras e os dizeres: "Lute como uma mulher!' Elas sentaram à mesa do plenário assim que a sessão foi aberta, por volta de 11h, quando Eunício ainda não estava no local. Pelas regras do Senado, qualquer senador pode abrir uma sessão, desde que haja quórum. Foi isso que as oposicionistas fizeram.

 FONTE: Brasil247 11 de Julho de 2017 às 14:50 // 247 no Telegram Telegram //  


Diretoria do Sinpro Macaé e Região

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segunda-feira, 10 de julho de 2017

EDITAL DE CONVOCAÇÃO: ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA PROFESSORES SESI MACAÉ





O Sinpro Macaé e Região  convoca todos os professores e professoras  da empresa Serviço Social da Indústria - SESI MACAÉ  -  a participarem da assembleia extraordinária que será realizada no dia 13 de julho de 2017, com primeira chamada às 16h e segunda chamada às 16h30m, para a discussão e aprovação da contraproposta apresentada pela direção da FIRJAN ( Negociação Salarial 2016/2018), com qualquer número de presentes.






EDITAL DE CONVOCAÇÃO

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DE NEGOCIAÇÃO COLETIVA SOBRE REAJUSTE DE SALARIAL E CLÁUSULAS SOCIAIS DE 2016-2018  Serviço Social da Indústria ( SESI MACAÉ )

O Sindicato dos Professores da Rede Particular de Macaé e Região - SINPRO MACAÉ E REGIÃO , com base territorial nos municípios de Macaé , Carapebus, Quissamã, Conceição de Macabu, Rio das Ostras, Casimiro de Abreu, Silva jardim e Rio Bonito , com sede na Rua Teixeira de Gouveia nº 1.169, sala 110, Centro, Macaé/RJ, em conformidade com o seu Estatuto e o Acordo Coletivo de Trabalho dos Professores do SESI (2016/2018), CONVOCA todos os professores da Educação Básica, para comparecerem e participarem da ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA , a ser realizada no dia 13 de julho de 2017, na sede do SINPRO MACAÉ E REGIÃO , sito à Rua Teixeira de Gouveia , 1169, sala 110 , Centro, Macaé/RJ, com primeira convocação às 16h, e segunda e última convocação às 16h30. Com o objetivo de deliberar sobre as seguintes ordens do dia:

1.      Informes, discussão e deliberações sobre as negociações da Campanha Salarial sobre o reajuste dos Professores  e as cláusulas mantidas e renovadas - ACT 2016/2018;

2.      Autorizar a Diretoria do SINPRO MACAÉ E REGIÃO instaurar processo de Dissídio Coletivo firmar Convenção Coletiva de Trabalho, Acordo Coletivo de Trabalho e Termos Aditivos, sem outra assembleia nos locais de trabalho nos termos dos artigos 611 § 1º E 857 da CLT;

3.      Assuntos Gerais de interesse da categoria. 


Macaé, 07 de julho  de 2017.

CESAR GOMES ARAUJO
Presidente do SINPRO MACAÉ E REGIÃO


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Unesco declara Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, Patrimônio da Humanidade


Marco da herança africana no Rio de Janeiro, o Cais do Valongo agora é Patrimônio da Humanidade. O Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) avaliou a inscrição d... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/07/09/unesco-declara-cais-do-valongo-patrimonio-da-humanidade.htm?cmpid=copiaecola


 Sítio arqueológico do Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, foi inscrito na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco neste domingo. Foto: © João Maurício Bragança


 Inscrição foi feita neste domingo; Comitê do Patrimônio Mundial está reunido na Polônia até 12 de julho; centro histórico de Mbanza Kongo, em Angola, foi inscrito na Lista do Patrimônio Mundial no sábado.
Laura Gelbert Delgado, da ONU News em Nova Iorque.

 

O Comitê do Patrimônio Mundial inscreveu neste domingo o sítio arqueológico do Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, no Brasil, na Lista do Patrimônio Mundial.

Segundo o Comitê da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, o local é o "traço físico mais importante da chegada de escravos africanos no continente americano".

Escravos

O sítio arqueológico do Cais do Valongo é localizado no centro do Rio de Janeiro, na antiga zona portuária.

Segundo a Unesco, estimativas são de que 900 mil africanos tenham chegado à América do Sul através do Valongo.

Angola

No sábado, o centro histórico de Mbanza Kongo tornou-se o primeiro sítio angolano a entrar na lista da Unesco. A cidade foi capital do Reino de Kongo. Quandos os portugueses chegaram no século XV, adicionaram construções de pedra usando métodos europeus.

Segundo a Unesco, "Mbanza Kongo ilustra, mais do que qualquer outro lugar na África Subsaariana, as mudanças profundas causadas pela introdução do cristianismo e a chegada dos portugueses na África Central".

41ª sessão do Comitê do Patrimônio Mundial está sendo realizada em Cracóvia, na Polônia, até o dia 12 de julho.


 Fonte:Rádio ONU

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Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, após as obras Marco da herança africana no Rio de Janeiro, o Cais do Valongo agora é Patrimônio da Humanidade. O Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco (Organização das Nações Unidas para... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/07/09/unesco-declara-cais-do-valongo-patrimonio-da-humanidade.htm?cmpid=copiaecola
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terça-feira, 27 de junho de 2017

Escolas e sindicatos patronais foram comunicados da adesão à GREVE GERAL no dia 30


 






A deliberação da assembleia dos professores de aderir à Greve Geral no dia 30 de junho  foi comunicada pelo Sinpro Macaé e Região a todas as escolas e aos sindicatos patronais - o SINEPE CAMPOS e SINEPE RJ , que representam a educação básica  e as direções da IES  . Também foram notificados o Sesi, Senai e Senac.

A carta informa que os professores se juntarão aos demais trabalhadores num " ato legítimo de resistência contra as violentas propostas de mudanças na legislação trabalhista e na Previdência Social". 

O aviso da paralisação às escolas foi uma deliberação da Assembleia, mas também é uma determinação legal. A Lei 7783/1989, que regulamenta o exercício de greve, exige que a paralisação seja comunicada com pelo menos 48 horas de antecedência. A notificação aos sindicatos patronais supre essa exigência.





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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Seminário discutirá privatização e mercantilização da educação






Diante do agravamento do desmanche das políticas educacionais pelo governo golpista de Michel Temer, incluindo a dissolução do Fórum Nacional de Educação (FNE) e seu escancaramento aos interesses financeiros — que levaram à recente renúncia coletiva de 20 entidades e à instituição do Fórum Nacional Popular de Educação —, a privatização e mercantilização da educação no Brasil são o tema do seminário que será realizado nos próximos dias 20 e 21 de junho, no Hotel Nacional, em Brasília. A atividade está sendo organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) com participação da Contee e da Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (Proifes-Federação), além do apoio da Internacional da Educação (IE) e sua seção para a América Latina (Ieal).

O debate se insere dentro da política de atuação da IE contra a comercialização e privatização da educação, opondo-se à inclusão do ensino entre os “serviços” dispostos em acordos comerciais bilaterais, multilaterais ou regionais. Desde 2015, a Ieal assumiu a tarefa de organizar seus países membros na luta contra a privatização da educação, entendendo que esta é um direito humano e um bem público. No Brasil, esta tem sido uma bandeira da Contee desde sua fundação, em 1990, e assume especial destaque agora no atual cenário político de desmonte dos direitos sociais, incluindo a educação.

“Neste momento, a gente observa um Ministério da Educação totalmente voltado para as políticas de privatização”, aponta a coordenadora da Secretaria de Assuntos Educacionais da Contee, Adércia Bezerra Hostin dos Santos. “Não que elas não existissem anteriormente, sabemos que isso é uma prática antiga. Lá em 1995, na era FHC, isso era fortíssimo. Mas tivemos, nos últimos 12 anos, um investimento maior em políticas públicas educacionais. Isso se reflete no próprio formato das Conferências Nacionais de Educação de 2010 e de 2014, no Plano Nacional de Educação, que tratava metas e estratégias claras para a educação no próximo período — levand o em consideração que era um plano de Estado, não de governo. Havia essa preocupação imbuída de aumentar os recursos públicos para a educação pública. Apesar de deixar ali algumas lacunas para o setor privado, mesmo assim, de certa forma, o Sistema Nacional de Educação, que deveria ser implementado com dois anos de vigência do PNE, traria uma regulação do setor privado. Sabemos que havia investimentos diretos de recursos públicos na iniciativa privada, mas o próprio SNE teria um formato que reduziria esses investimentos”, observa.

“Hoje, em contrapartida, o MEC está centrado única e exclusivamente nas políticas de privatização, haja vista os últimos encaminhamentos do período: um ensino médio todo voltado para o Sistema S, as idas e vindas em relação à EaD, a cobrança dos cursos de pós-graduação… E temos ainda uma lacuna grande a ser preenchida no setor privado em relação ao ensino fundamental e ao ensino médio. A educação básica está entrando nessa política de privatização muito rapidamente. Então, o objetivo é esse: tentar chamar a atenção de nossas entidades para o perigo que está colocado para o próximo período em termos de privatização da educação”, alerta Adércia.

Além do seminário, no dia 22, a Contee promoverá uma reunião ampliada da Diretoria Executiva, para a qual está convidado um representante de cada entidade filiada, além dos representantes das entidades nos fóruns municipais e estaduais de educação. A finalidade é organizar a participação da categoria nas conferências municipais e estaduais de educação, bem como a participação na Conferência Nacional Popular de Educação (Conape).

Veja abaixo a programação do seminário:

Dia 20 de junho

9h — Abertura — Composição da Mesa: IE/IealL/CNTE/Proifes-Federação/Contee
9h15 — Apresentação do contexto da pesquisa Privatização e Mercantilização da Educação no Brasil — IE — Resposta Mundial contra a Privatização
09h30 — Análise da conjuntura internacional na educação — Combertty Rodriguez Garcia — Coordenador regional para a América Latina
10h — Apresentação da pesquisa realizada pela CNTE (Mesas 1 e 2)
Mesa 1: Radiografia do Congresso Brasileiro (2015-2018) – Apresentação do Diap
11h — Debate
12h — Mesa 2: Privatização e mercantilização da educação básica no Brasil – A análise das matrículas, dos orçamentos públicos, das transferências de recursos públicos à iniciativa privada, das políticas de renúncia e isenção fiscal e a percepção dos dirigentes sindicais sobre as políticas de privatização em curso no Brasil — Equipe de pesquisadores UNB

13h – Almoço
14h30 —Debate da 2ª mesa
15h30 — Apresentação da pesquisa realizada pelo Proifes-Federação (Mesa 3)
Mesa 3 — Privatização do ensino superior público
16h30 — Debate
18h — Encerramento
Dia 21 de junho
9h — Apresentação da pesquisa realizada pela Contee (Mesa 4)
Mesa 4 — O avanço da privatização da educação superior no Brasil e as consequências nas políticas educacionais
10h — Debate
11h — Trabalho em grupo
– Apresentação do planejamento realizado na Costa Rica
– Tarefa dos grupos: com base no planejamento já apresentado no encontro da Costa Rica, refletir sobre quais componentes, além dos já previstos, são necessários para nossa resposta ao fenômeno da privatização da educação no Brasil, considerando as vertentes: educação básica pública; ensino superior público e técnico-tecnológico e ensino privado.
12h30 — Almoço
14h – Mesa de sistematização das ações, encaminhamentos e iniciativas das entidades para enfrentar os desafios com relação ao tema
16h – Encerramento com indicativo de ato político

Por Táscia Souza, da redação ( CONTEE)

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