quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

NOTA DE REPÚDIO ÀS DEMISSÕES NA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ!


 




ASSEMBLEIA DOS PROFESSORES DIA 12/12 (3ª feira)  ÀS 17H,  NO AUDITÓRIO DO SINDICATO DOS PETROLEIROS DO NORTE FLUMINENSE ( SINDIPETRO-NF)


O Sindicato dos Professores de Macaé e Região – SINPRO MACAÉ E REGIÃO   REPUDIA   a recente ação de demissão em massa da Universidade Estácio de Sá promovido após a provação da reforma trabalhista do governo Temer  - vem manifestar solidariedade aos professores e professoras da Universidade Estácio de Sá.

A Universidade Estácio de Sá, uma das maiores no estado do Rio de Janeiro , anunciou que vai demitir 1.200 professores, para, em seguida, recontratar ou contratar outros profissionais com menores salários. A razão de demissão, segundo a própria instituição, é a de que os professores demitidos “ganhavam uma remuneração acima do mercado”. Se a mesma pessoa é demitida e recontratada para fazer o mesmo trabalho, com a mesma qualificação, na verdade trata-se de redução de salário camuflada na forma de um novo contrato. Esta prática é proibida pela Constituição brasileira, que consagra, no Inciso VI do Art, 7º, a irredutibilidade dos salários.
Transformar a educação em mercadoria é colocar fim à possibilidade de uma real transformação da sociedade. Demitir professores que ajudaram a construir a instituição para contratar novos, com salários menores, desvaloriza a profissão docente, tão fundamental para a educação.
A Estácio de Sá, hoje um conglomerado empresarial ligado a uma multinacional do ensino, age com a lógica de uma instituição financeira, não de uma universidade preocupada com a qualidade da educação a ser oferecida aos seus alunos.
A educação como um todo perde na medida em que essas fábricas de alunos ganham. O mesmo se dá na saúde e o governo de Michel Temer deixa bem claro desde os primeiros dias que fará o possível para manter essas engrenagens bem azeitadas. Logo propôs uma “desvinculação das despesas obrigatórias” para estabelecer um “teto nas despesas públicas”, incluindo a educação.
A diretoria do Sindicato reitera que não medirá esforços para defender os direitos da categoria e a construção de uma educação de qualidade voltada para o desenvolvimento social com a valorização do trabalho.
Convocamos uma assembleia dos professores para o dia 12/12, terça-feira, às 17:00h , no auditório do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense , localizado à Rua Tenente Rua Tenente Rui Lopes Ribeiro, 257, Centro, Macaé, RJ.

Vamos debater juntos as medidas cabíveis e necessárias para enfrentar este quadro, contando ainda com o apoio da Confederação dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (CONTEE) e da Federação dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (FETEERJ).
#Educação não é mercadoria!

JUNTOS SOMOS MAIS FORTES !

DIRETORIA DO SINPRO MACAÉ E REGIÃO






SEDE MACAÉ 
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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Feteerj repudia e contesta as demissões na Estácio – leia notas da Contee e Sinpro-Rio







A imprensa divulgou no dia 5 que a universidade Estácio demitiu 1200 professores em todo o país.
A instituição já informou que vai contratar novos professores utilizando a famigerada reforma Trabalhista (Lei nº 13.467), com contratos intermitentes e por hora trabalhada.

Temos informações de que os professores nas unidades da capital foram desrespeitados e humilhados, tendo sido avisados da demissão em pleno exercício do trabalho.

Essa instituição privada de ensino, como vários outros chamados “grupos educacionais”, há muito não pensa na educação e sim no lucro e por isso não tem o menor escrúpulo de demitir um grande número de professores, desrespeitando a convenção coletiva de trabalho, pouco se importando com os seus alunos e na queda brutal na qualidade de ensino que irá ocorrer.

A Feteerj e os Sindicatos de Professores filiados repudiam, contestam e irão tomar todas as medidas judiciais para barrar essas demissões, inclusive denunciar ao Ministério Público do Trabalho (MPT-RJ) a situação.

Vamos lembrar que, no final de novembro, a Justiça do Trabalho em São Paulo, a partir de denúncia do MPT-SP, não aplicou a nova lei trabalhista na análise de um caso e reverteu a demissão em massa de profissionais de uma rede hospitalar.

Trata-se de uma arbitrariedade cometida pela Estácio que não pode passar incólume.
Leia a seguir as notas do Sinpro-Rio e da Contee:

Nota do Sinpro-Rio a respeito das demissões na Universidade Estácio:

O Sinpro-Rio vê como lamentável e com muita apreensão a situação em que a “Reforma Trabalhista”, criada pelo governo ilegítimo, está colocando a classe trabalhadora do país. Exemplo cabal é o que está acontecendo com milhares de professoras e professores da Universidade Estácio, demitidos sem maiores explicações.

O Sindicato coloca-se à disposição dos professores neste momento difícil em que foram colocados e já está em contato com a direção da Universidade Estácio, cobrando respostas sobre esta ação nociva aos profissionais deste estabelecimento de ensino.

O Sinpro-Rio está mobilizando a categoria contra qualquer atentado aos direitos trabalhistas dos professores.

Colegas da Universidade Estácio, compareçam ao Sinpro-Rio, dia 07 de dezembro, quinta-feira, às 10 horas da manhã, para orientações sobre essa situação (Sinpro-Rio: Rua Pedro Lessa, 35 – 2º andar – Centro).

Contee tomará medidas jurídicas contra demissões na Estácio:

A Contee e suas entidades filiadas tomarão medidas jurídicas contra a demissão, pelo grupo Estácio, de 1.200 professores — cerca de 450 no Rio de Janeiro — e a contratação de outros 1.200 de acordo com as novas regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Em nota, a Estácio alegou se tratar de “uma reorganização em sua base de docentes”. “O processo envolveu o desligamento de profissionais da área de ensino do Grupo e o lançamento de um cadastro reserva de docentes para atender possíveis demandas nos próximos semestres, de acordo com as evoluções curriculares. É importante ressaltar que todos os profissionais que vierem a integrar o quadro da Estácio serão contratados pelo regime CLT, conforme é padrão no Grupo. A reorganização tem como objetivo manter a sustentabilidade da instituição e foi realizada dentro dos princípios do órgão regulatório.”

O argumento é cínico, para dizer o mínimo, e a confirmação das demissões escancara o impacto da reforma trabalhista sobre a educação. No fim de outubro deste ano, a revista Época Negócios publicou reportagem afirmando que o “aumento na base de alunos da educação à distância ajudou a Estácio a aumentar sua receita líquida no terceiro trimestre para R$ 808,1 milhões, alta de 5,9% ante mesmo período do ano passado”, segundo dados informados pela própria companhia. Ainda segundo a matéria, a “Estácio teve lucro líquido de R$ 149,3 milhões no terceiro trimestre, alta de 10% sobre um ano antes”.

Os números falam por si só. Demissão em massa, rebaixamento de salários e precarização das relações de trabalho não visam a “manter a sustentabilidade” — ou uma empresa que, em meio a uma alardeada crise econômica no país, como lucro que chega a quase R$ 150 milhões não se pode dizer sustentável? O objetivo é aquele que sempre orientou as grandes empresas de ensino com capital aberto no Brasil, entre as quais a Estácio ocupa o segundo lugar no ranking, atrás apenas da Kroton: a ampliação de seus ganhos, por meio da transformação da educação em mercadoria e de nenhuma preocupação com estudantes e trabalhadores. A reforma trabalhista vem servir como uma luva a esse propósito.

A Contee ressalta que a Lei 13.467/2017, que instituiu a reforma trabalhista, apresenta diversas inconstitucionalidades, que já estão sendo questionadas na Justiça. A reforma também é incompatível — sobretudo no que diz respeito aos modelos de contratação intermitente, temporária e terceirizada — com os objetivos da educação e os princípios do ensino, entre os quais está a valorização dos profissionais da educação escola.

Site da Feteerj




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sábado, 2 de dezembro de 2017

Sinpro Macaé e Região promove 2° Roda de Conversa: Educação e Diversidade : Relações Étnico-Raciais e Gênero na Escola













Em comemoração ao mês da Consciência Negra, o Sinpro Macaé e Região promoverá a sua 2° Roda de Conversa: Educação e Diversidade : Relações Étnico-Raciais e Gênero na Escola - com as professoras Clarissa Lima autora dos livros :  Cor da Pele, Cor da Pele II e  Do Gelo ou do Fogo infantil , Professora Rai Soares, coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da UFF- Rio das Ostras e a Professora Guiomar Valdez (Iff de Campos) , dia  09 de dezembro de 2017 (Sábado), das 09 às 13h, na Biblioteca Municipal de Rio das Ostras ( Endereço: Avenida Amazonas s/nº - Centro , Rio das Ostras). 



Nossa 2ª Roda de Conversa sobre Educação e Diversidade : Gênero e etnia na escola , um encontro formativo para troca de experiências e debate sobre o tema para a transformação da sociedade.  "Uma educação antirracista vai fazer com que o aluno negro se torne mais fortalecido, e ele vai se reconhecer na história", reflete a professora Dulce Helena . 

Segundo ela, muitas vezes o currículo tradicional não contempla a história negra completamente, focando mais no histórico da escravidão. "Na verdade, existe outra história, e é essa que eles precisam conhecer", aponta a diretora do Sindicato dos Professores de Macaé e Região , Dulce Helena 

"É a história dos reinos africanos, dos príncipes, das princesas, dos heróis negros. Zumbi dos Palmares, que foi um dos primeiros heróis brasileiros", exemplifica a professora.

Todos e todas estão convidados/as!
  
Público : professores da rede particular e pública , estudantes , pais e interessados pelo tema

Certificado com a carga horária de 5 horas.

Vagas Limitadas 

Mais informações :

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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Contee convoca trabalhadores a manter paralisação contra a reforma da Previdência






                                               Dia Nacional de Luta 05 de dezembro


O coordenador-geral da Contee, Gilson Reis, convocou os trabalhadores da base da Confederação, professores e técnicos administrativos que atuam na educação privada, a manter a paralisação convocada para a próxima terça-feira, 5 de dezembro. Gilson considerou indevido o recuo das centrais de suspender a greve geral que havia sido marcada para esse dia e afirmou que a paralisação é fundamental para mobilizar a classe trabalhadora brasileira e, sobretudo, pressionar os deputados federais a não votar a reforma previdenciária.

“Precisamos estar nas ruas, na praças, discutindo, debatendo e mostrando à sociedade nossa posição e nossa opinião. Por isso, enquanto coordenador da Contee, sugiro e convoco nossos companheiros de todos os sindicatos: que nós façamos no dia 5 nossas manifestações, nossas denúncias, nossas pressões em cima dos deputados para que tenhamos condições não só de acumular força caso o governo venha a querer aprovar essa reforma ainda este ano ou em 2018 e, principalmente, para ganhar mentes e corações do povo brasileiro para não permitir mais um ataque contra nossos direitos.”

Site da Contee 

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Contee lança campanha salarial 2018: Nenhum direito a menos!







A valorização de quem trabalha com educação começa por cada um e depende de um sindicato forte. Não foi à toa que a reforma trabalhista, que acaba de destruir a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), buscou desestruturar também o movimento sindical, priorizando, inclusive, acordos individuais. Isso aconteceu porque tanto o governo ilegítimo de Michel Temer quanto todos aqueles alinhados com os interesses patronais sabem que, para terem sucesso em sua tentativa de retirar direitos e conquistas dos trabalhadores, precisam enfraquecer sua representatividade e sua luta coletiva.

Para enfrentar esse ataque, é fundamental nos fortalecermos ainda mais. Por isso, a Contee está lançando um material para unificar a campanha salarial de 2018 em todo o Brasil, que pode ser usada por todas as entidades filiadas, bastando inserir seus respectivos logos. Só com uma representatividade sólida e resistente é possível manter e assegurar os direitos e as conquistas dos professores e técnicos administrativos.


Baixe os materiais:
Folheto
Folheto – gráfica
Cartaz
Cartaz – png
Folheto – png

fonte : site Contee

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