segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Professores reprovam minuta apresentada pela Estácio



Os professores da Universidade Estácio de Sá, campus Macaé, reprovaram a minuta estadual apresentada pela direção da instituição. A assembleia, realizada no sábado, dia 8, reafirmou a defesa e manutenção do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e suas cláusulas sociais. O Sindicato encaminhará ofício para dar prosseguimento as negociações e reafirmar as propostas que são: reajuste salarial (INPC completo na data-base), manutenção das cláusulas do ACT e a Contribuição Assistencial, que já foi reconhecida pelo Ministério Público do Trabalho.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Professores da Faculdade Salesiana aprovam a continuidade das negociações



Nova reunirão com a direção da instituição acontecerá no dia 12 de dezembro

Os professores da Faculdade Salesiana Maria Auxiliadora decidiram dar prosseguimento às negociações salarias e das cláusulas sociais. A decisão veio em assembleia realizada no dia 4 de dezembro, na sede da instituição. O Sindicato dos Professores de Macaé e Região e a categoria analisaram que o documento fere princípios importantes na luta e defesa pelos direitos conquistados anteriormente. Neste mesmo dia, foram eleitos os professores que farão parte da comissão paritária que participará do processo de negociação. Uma nova reunião com a direção da faculdade para apresentação de contraproposta e solicitação de outras informações acontecerá no dia 12 de dezembro.

 Na assembleia, vários professores e professoras se manifestaram e reivindicaram a necessidade de mais esclarecimentos sobre a proposta que esteve na pauta. “Os professores manifestaram solidariedade com a instituição que sempre cumpriu com suas obrigações trabalhistas; reafirmaram seu compromisso com um ensino de qualidade; resgataram sua histórica luta em defesa da FSMA e sua relação afetiva com a Instituição; mas, assim como o Sindicato, deixaram sua mensagem de preocupação com a proposta para os docentes. Reafirmamos a disposição de pensar juntos e lutar pelos seus direitos e a também da instituição”, apontou a presidente do Sindicato, Guilhermina Rocha.

De acordo com o Sinpro Macaé e Região, a proposta significa um problema, tendo em vista o Acordo Coletivo do Trabalho (ACT), a Constituição e a CLT, uma vez que resultaria na precarização e o rebaixamento generalizado dos salários dos docentes desta instituição. “Outro agravante é que a proposta foi apresentada para nós e à categoria no fechar das luzes do semestre/18. É importante destacar que o Sinpro Macaé e Região esteve presente, negociando em duas audiências com a direção da FSMA e nelas os diretores sempre mantiveram a sua posição sobre a preservação dos direitos conquistados”, apontou a presidente do Sindicato, Guilhermina Rocha.

DECISÕES – O Sinpro aproveitou para dar exemplos de trabalhadores de categorias espalhadas em todo o Brasil e que só conseguiram manter seus direitos com muita luta e mobilização. Foi agendada com a direção da FSMA uma reunião para o dia 12, às 12h30min. Esta será uma oportunidade para dar continuidade na negociação com a direção da FSMA, jurídico, setor contábil, a comissão paritária e a direção do Sinpro Macaé e Região.



CONHEÇA OUTRAS PROPOSTAS COLOCADAS EM VOTAÇÃO NA ASSEMBLEIA: 

•         O Sinpro Macaé e Região solicitará a direção mais informações em referência a situação financeira da FSMA (documentação);
•         Solicitar a direção da FSMA o agendamento de uma reunião de negociação com a participação da Comissão Paritária;
•         Solicitar a direção da FSMA o envio de uma terceira contraproposta;
•         Sugestão para a direção da FSMA a constituição de uma comissão que analise formas de reduzir custos que não prejudiquem somente aos professores;
•         Eleição dos membros da comissão paritária para acompanhar o processo de negociação;
•         Ficou indicativo a realização de uma nova assembleia em dezembro ou até em janeiro/2019.
                                                                         

FILIE-SE AO SINDICATO DOS PROFESSORES DO DE  MACAÉ E REGIÃO !

JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Projeto de lei quer combater a violência contra a mulher dentro das escolas

Iniciativa quer valorizar as mulheres e está de acordo com as propostas da Campanha pelos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulher

Reprodução sofiacavedonpt.blogspot.com - Foto Leonardo Contursi-CMPA-LOC_6702


Um projeto de lei aprovado, no dia 28 de novembro, pela Câmara de Vereadores de Porto Alegre quer acabar com o machismo por meio de ações educativas dentro das escolas. A iniciativa da vereadora Sofia Cavendon é uma forma de prevenir e fazer diminuir os números de violência contra as mulheres. O documento vem ao encontro com a campanha pelos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulher, lançada pelo nesta semana pelo Sindicato dos Professores da Rede Particular de Ensino (Sinpro Macaé e Região), e que quer conscientizar as pessoas sobre este tema. O Sinpro entende que a educação transformadora é o caminho para mudar conceitos arraigados na sociedade.

Como aponta a justificativa, todas as práticas fundamentadas na crença de inferioridade de mulheres e meninas, bem como a submissão destas ao sexo masculino, são práticas de violência diária contra o sexo feminino. "Nós lutamos diariamente para que isso mude e é por meio da educação que poderemos alcançar os objetivos. Somente com novas práticas de ensino voltada para a igualdade de gênero é que vamos mudar estes pensamentos e comportamentos machistas. Meninos vão parar de reproduzir estes preconceitos, respeitando o sexo feminino; e a meninas conhecerão a representatividade que possuem. Desta forma, este projeto precisa ser visto, analisado e aplicado por todo o Brasil", disse a presidente do Sinpro Macaé e Região, Guilhermina Rocha.

Vale lembrar que a Constituição aponta a igualdade entre todos os brasileiros. Esta tem sido emendada com normas que fortalecem este princípio como a implantação da Lei Maria da Pena, lei que tipifica o crime de feminicídio e a que obriga a os partidos a garantiram as candidaturas das mulheres nos pleitos políticos, o que gera a representatividade.

O projeto segue para sanção ou veto do prefeito da cidade.





NÚMEROS - Segundo dados da Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, no primeiro semestre, foram recebidas 72.839 denúncias, que incluem relatos de violência sexual, homicídio, cárcere privado e outros. Foram constatados os crescimentos de 37,3% nos relatos de homicídio e de 16,9%, de violência sexual.

Já de acordo com os dados compilados do Instituto Patrícia Galvão, o Brasil teve 1.133 vítimas de feminicídios no ano de 2017. Outras 3.406 mulheres foram vítimas de homicídios em casos que não foram registrados como feminicídio, segundo o anuário. O número total de mulheres mortas no ano passado (4.539), de acordo com as informações do FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública), é 6,1% maior do que em 2016.

Estes são situações extremas enfrentadas pelas mulheres. Antes disso, elas sofrem outras discriminações, principalmente no mercado de trabalho. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua). Mesmo representando 52,3% da população em idade ativa, as mulheres são apenas 43,3% da população economicamente ativa. Enquanto isso, os rendimentos médios são menores para as mulheres do que para os homens em todas as ocupações, sendo mais próximos no trabalho doméstico com carteira (média feminina equivale a 87,8% da média masculina) e mais distantes no setor público com carteira (média feminina equivale a 67,4% da média masculina).


CONHEÇA AS DIRETRIZES DO PROJETO APROVADO

- Capacitação das equipes pedagógicas e demais trabalhadores e trabalhadoras em educação;

- Promoção de campanhas educativas com o intuito de coibir a prática de violência contra as mulheres e outros atos de agressão, discriminação, humilhação, intimidação, constrangimento, bullying e violência contra meninas;

- Identificação e problematização de manifestações machistas e racistas;

- Identificação e problematização das formas de violência e de discriminação contra mulheres e meninas com deficiência;

- Realização de debates, reflexões e problematização sobre o papel historicamente destinado a mulheres e meninas, de maneira a estimular sua liberdade e sua autonomia;

- Integração com a comunidade, as organizações da sociedade civil e os meios de comunicação tradicionais, comunitários e digitais; atuação em conjunto com as instituições públicas e privadas formadoras de profissionais de educação;

- Atuação em conjunto com os conselhos municipais da mulher, da criança e do adolescente e da educação;

- Estímulo ao registro e à socialização de práticas pedagógicas que atuem no sentido da erradicação de todas as formas de discriminação contra mulheres e meninas;

- Intercâmbio com as redes de ensino privadas e das esferas federal e estadual.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

[SINPRO NA FLIC RIO DAS OSTRAS]





O Sinpro Macaé e Região apoiou e participou, neste final de semana, da quarta edição da Festa de Literatura e Cultura (Flic) de Rio das Ostras. Foram três dias de programação diversificada e gratuita na Escola Municipal Padre José Dílson Dórea, no Bairro Âncora. Neste ano, os homenageados foram: Conceição Evaristo e Chico Buarque.

Nós do Sinpro acreditamos que a @flicriodasostras incentiva não só a literatura como diversas formas de manifestações culturais. É uma grande forma de descentralizar a cultura em nosso município. A programação contou com lançamentos de livros de autores locais e convidados, oficinas, rodas de conversas, apresentações musicais, dança, teatro, cinema e exposições de arte.

Por meio do coordenador da Flic, Léo Mania, nós do Sinpro parabenizamos toda comissão organizadora pelo sucesso que foi o evento.

Representaram o Sinpro Macaé e Região a presidente, Guilhermina Luzia da Rocha; o secretário, Cesar Gomes Araujo; o tesoureiro, Fábio Silva da Rocha e a diretora de Educação e Cultura, Jimena Gallegos Sepulveda.



EDITAL DE CONVOCAÇÃO



ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA COM OS PROFESSORES DA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ - UNESA

O Sindicato dos Professores  de Macaé e Região - SINPRO MACAÉ E REGIÃO, com base territorial nos municípios de Macaé, Carapebus, Quissamã, Conceição de Macabu, Rio das Ostras, Casimiro de Abreu, Silva jardim e Rio Bonito, com sede na Rua Teixeira de Gouveia nº 1.169, sala 110, Centro, Macaé/RJ, em conformidade com o seu  Estatuto e o Acordo Coletivo de Trabalho dos Professores da Estácio de Sá 2017, CONVOCA todos os professores da Universidade Estácio de Sá (Unesa), para comparecerem e participarem da ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA, a ser realizada no dia 08 de dezembro de 2018, na própria Estácio, sito à R. Luís Carlos de Almeida, 113 - Granja dos Cavaleiros, Macaé, com primeira convocação às 10h, e segunda e última convocação às 10h30min,  com fundamento no art. 8º, inciso IV, da Constituição Federal (CF), art.513, alínea ‘e’, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)   para discussão e deliberação dos seguintes temas: 

1. Discussão e deliberações sobre  o reajuste dos Professores;

2. Análise da MINUTA da Estácio de Sá (cláusulas mantidas e renovadas - ACT 2018-2019);

3. Deliberação e autorização prévia sobre contribuições sindicais, de natureza econômica autorizando o desconto em folha;

4.Deliberação quanto a instauração de Assembleia Geral Permanente abrangendo, em especial, as bases relacionadas no item 1, do presente edital, até a assinatura de Acordos Coletivos e Convenções Coletivas de Trabalho;

5. Autorizar a Diretoria do SINPRO MACAÉ E REGIÃO instaurar processo de Dissídio Coletivo, firmar Convenção Coletiva de Trabalho, Acordo Coletivo de Trabalho e Termos Aditivos, sem outra assembleia nos locais de trabalho nos termos dos artigos 611 § 1º E 857 da CLT;

6. Esta convocação é feita na forma do ESTATUTO da entidade notadamente quanto ao quórum de deliberação;

7.            Assuntos Gerais de interesse da categoria.

Macaé, dezembro de 2018.
GUILHERMINA L. DA ROCHA