terça-feira, 4 de agosto de 2015

Pisos e Reajustes 2015

Divulgado o Acordo Coletivo – Sinpro Macaé e Região (Carapebus, Casimiro de Abreu, Conceição de Macabu, Quissamã, Rio Bonito, Rio das Ostras e Silva Jardim).

* Acordo assinado entre a Feteerj, Sinpro Macaé e Região e o SinepeRJ

* Exceto Macaé.

REAJUSTE 9% (Data Base Maio)

Novos Pisos
Educação Infantil até o 5º ano do Ensino Fundamental
R$ 8,67
6º ano ao 9º ano do Ensino Fundamental
R$ 14,09
Ensino Médio
R$ 14,09


Filiado a Feteerj e a CONTEE

SINPRO Macaé e Região
Endereço: Rua Teixeira de Gouveia, nº 1169, sala 206
Bairro Centro – Macaé
Tel.: (22) 2772-3154

Subsede – Rio das Ostras
Endereço: Alameda Casimiro de Abreu, 292, 3º andar, sala 02
Bairro Centro – Rio das Ostras
Tel: (22) 2764-6772

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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Sinpro Macaé e Região na luta contra o Assédio Moral



Você sabia que Assédio Moral é crime e deve ser denunciado?
Rompa o silêncio e denuncie no Ministério do Trabalho e Emprego; na Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego; nos Conselhos Municipais dos Direitos da Mulher; nos Conselhos Estaduais dos Direitos da Mulher; na Comissão de Direitos Humanos; no Conselho Regional de Medicina; no Ministério Público do Trabalho, na Central Alô Trabalho 158 (atendimento em âmbito nacional) ou pelo portal portal.mte.gov.br/ouvidoria.

#‎TrabalhoDecente

O Sinpro Macaé e Região apoia essa campanha!

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terça-feira, 2 de junho de 2015

Diga NÃO à precarização das relações de trabalho

A Fepesp (Federação dos Professores do Estado de São Paulo) divulgou no dia 1º de junho uma vídeo-reportagem que aborda a terceirização, tema que está na ordem do dia desde que o PL 4330/2004, que propõe a regulamentação dos serviços terceirizados, foi aprovado na Câmara dos Deputados em abril deste ano. A proposta, agora, segue em votação no Senado como PLC 30/2015.
Por esse motivo, nós do Sinpro Macaé e Região, seguindo a Contee, compartilhamos esse vídeo produzido pela Fepesp com todas as entidades filiadas, a fim de subsidiar e enriquecer nossos argumentos na luta contra a terceirização desmedida e a precarização das relações de trabalho.
A reportagem conta com as participações de Antonio Augusto de Queiroz, diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), João Guilherme Vargas Neto, consultor sindical, e Helio Zylberstajn, presidente do Instituto Brasileiro de Relações de Emprego e Trabalho (Ibret) e livre docente na FEA/USP, entre outros.



Fonte: CONTEE

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quinta-feira, 23 de abril de 2015

O PL 4.330 e a ofensiva das forças populares


Neste editorial, temos constatado que as forças neoliberais estão impondo um cerco político sobre o governo Dilma. A ofensiva restauradora de caráter neoliberal se expressa, principalmente, através do avanço das forças conservadoras no Congresso Nacional, na instrumentalização do Poder Judiciário – para auxiliar os objetivos da direita – e pela ofensiva ideológica antipopular e antinacional, promovida pelo monopólio dos meios de comunicação.

As movimentações dos inimigos do povo, o imperialismo e as forças neoliberais, não objetivam somente inviabilizar o governo Dilma. Objetivam também destruir partidos, sindicatos, movimentos sociais e entidades de massas que defendem os interesses históricos da classe trabalhadora.

A agenda desta ofensiva conservadora busca atender aos interesses do imperialismo e, assim, enfraquecer a Petrobras e entregar o petróleo da camada do Pré-Sal para as empresas estrangeiras, particularmente as estadunidenses. Objetiva também atender aos interesses da burguesia financeira e, dessa forma, garantir mais espaço para o capital financeiro na economia nacional, propagandeando para a sociedade o formato neoliberal de ajuste fiscal como a única forma de criar as bases para a retomada do crescimento econômico. Busca, ainda, contemplar as posições ideológicas reacionárias da alta classe média, defendendo o fim do programa Mais Médicos e a redução da maioridade penal, dentre outras iniciativas.

A direita se empolgou e resolveu contemplar o capital produtivo e o setor de serviços apostando na aprovação do PL 4.330, que regulamenta e possibilita a expansão da terceirização nas relações trabalhistas, permitindo o avanço da precarização das condições de trabalho e comprometendo conquistas históricas inscritas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Trata-se de um mecanismo para aumentar a taxa de lucros dos capitalistas a partir da superexploração da força de trabalho e do rebaixamento do nível de renda dos trabalhadores.

Entretanto, a iniciativa da direita em pautar o PL 4.330 foi um tiro no pé. Uma movimentação política ousada e, ao mesmo tempo, o primeiro grande equívoco tático das forças neoliberais desde a reeleição da presidenta Dilma.

O PL 4.330 impacta amplos setores da sociedade. Favorece, inclusive, uma aliança entre os trabalhadores e os setores médios da sociedade, que a direita tenta arrastar para seu projeto de restauração neoliberal.

O êxito das paralisações e manifestações de rua ocorridos no dia 15 de abril contra o PL da terceirização comprova o potencial desta promissora aliança, tanto no aspecto organizativo quanto programático em torno da ampla frente democrática e popular.

Caso a direita insista com o PL 4.330, os trabalhadores, gradativamente, tendem a perceber o retrocesso que significaria sua aplicação. Mas não somente isto. A classe trabalhadora e os setores médios da sociedade não tardarão em identificar os patrocinadores desse retrocesso. Não por acaso, o presidente do Senado, Renan Calheiros, fez objeções e críticas ao PL 4.330. E o PSDB ensaia a possibilidade de negociar e recuar em alguns pontos.

As forças populares têm a possibilidade não somente de se recompor e animar sua base social na luta contra o PL 4.330, mas de ampliar seu raio de influencia para outros setores da sociedade. Aliás, uma posição oficial do governo da presidenta Dilma contrária ao PL 4.330 contribuiria para retomar o programa original com o qual foi eleita. Um programa direcionado para o setor produtivo e para o aprofundamento das conquistas populares.

Seria o primeiro passo para romper o cerco político através de uma ofensiva fundada numa nova maioria política construída nas mobilizações de massas e tendo como ponto de partida a convocação de uma Constituinte para reformar o sistema político.

Que o 1o de Maio seja construído nessa perspectiva de alteração da correlação de forças!


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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Professores defendem maior formação para educação de qualidade, mostra estudo

Da Agência Brasil

Estudantes que não aprendem o adequado em matemática ou em português é o que se percebe ano após ano, quando são divulgados os resultados de avaliações como a Prova Brasil. Mas o que pensam os professores de escolas públicas? Uma pesquisa inédita da Fundação Lemann em parceria com a Instituto Paulo Montenegro e o Ibope Inteligência mostra que os professores consideram positivas as avaliações externas e defendem a formação para melhorar o trabalho em sala de aula. Muitos dizem que não são consultados na hora de implementar programas ou políticas nas escolas.
 
O levantamento mostra que 80% dos professores acreditam que ter formação específica para orientar o trabalho a partir das avaliações externas inluencia positivamente a educação em escolas públicas. Para 66% dos professores, saber o que é esperado que os alunos aprendam a cada ano facilita o trabalho do professor. Disponibilizar materiais didáticos digitais de qualidade é visto como algo positivo por 92% dos professores – mesmo percentual que acha positiva a capacitação profissional para a aplicação dessas tecnologias em sala de aula.

“Professor é uma profissão que foi escolhida, geralmente se faz licenciatura sabendo que se quer ser professor”, diz o coordenador de Projetos da Fundação Lemann, Ernesto Faria. “Um ponto é garantir condições de trabalho para que o professor não perca essa expectativa. Se o professor não vê retorno, pode se desmotivar, pode deixar de ter essa gana de fazer o aluno aprender”, acrescenta.

A pesquisa Conselho de Classe – A Visão dos Professores sobre a Educação no Brasil foi feita com profissionais do ensino fundamental de escolas públicas. Foram feitas mil entrevistas, em 50 municípios das cinco regiões brasileiras, entre os dias 19 de junho e 14 de outubro de 2014. A margem de erro é 3 pontos percentuais, e o nível de confiança, 95%.

Quando o assunto é ser consultado para a implementação de programas e políticas na escola onde trabalha, cerca de um terço (34%) diz não ter tido a possibilidade de opinar, 20% disseram ter a possibilidade de opinar apenas após a implementação; 45% atestam terem sido consultados antes e 1% não sabe ou não respondeu.

Dentro da própria escola, 56% dizem que sempre têm a opinião levada em consideração por diretores, coordenadores e pedagogos, 41% são ouvidos algumas vezes e 3% nunca. Em relação à Secretaria de Educação à qual a escola está vinculada, as porcentagens passam para 13% sempre; 61% algumas vezes e 23% nunca. Pelo Ministério da Educação (MEC), 4% dizem ser sempre levados em consideração, 55%, algumas vezes e 40% nunca. O 1% restante em cada categoria não soube ou não respondeu.

A pesquisa também avaliou o que os professores pensam sobre a base nacional comum curricular, prevista no Plano Nacional de Educação (PNE). Pela lei, sancionada no ano passado, a base deve estabelecer os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dos estudantes. O levantamento mostrou que ainda há muitas dúvidas em relação ao que seria essa base e de que forma ela poderia ajudar no ensino.

Os dados levantados mostram que 52% dos professores concordam totalmente que os currículos devem ter uma base comum; 55% concordam totalmente ou em parte que a diversidade regional do país seria desconsiderada com uma base comum e 25% discorda totalmente ou em parte que uma base comum possa diminuir as desigualdades educacionais.

De acordo com o coordenador, o diálogo com os professores está aquém do que deveria, sobretudo dentro das escolas e, esse diálogo, é fundamental para a definição de uma base comum. "A informação vem [para os professores] de forma assimétrica. Se tem uma comunicação mais clara, consegue-se levar o argumento e a resistência pode deixar de existir, pode ser que a base comum faça mais sentido para a escola. Essa base vai ter que buscar o essencial."

Para 83% dos professores, os representantes da categoria devem participar da construção da base, enquanto para 40%, eles devem liderar as discussões. Logo em seguida, aparecem os representantes do MEC, 81% acreditam que eles devem participar e 29%, liderar e os representantes das secretarias estaduais de educação (73%, participar e 6%, liderar) e das secretarias municipais (69% e 5% respectivamente)

A pesquisa mostra ainda que os fatores que têm mais impacto no cotidiano escolar estão ligados à falta de apoio para lidar com alunos que precisam de algum tipo de atenção especial – 50% dos professores. Entre esses fatores estão a falta de acompanhamento psicológico (21%), a defasagem de aprendizado (12%), a aprovação de alunos que não estão preparados para o próximo ciclo (10%) e a falta de condições adequadas para inclusão de alunos com deficiência (7%).

Entre os professores do 1º ao 5º ano é maior a porcentagem dos que apontam a falta de acompanhamento psicológico para alunos como principal problema (27%). Entre os professores do 6º ao 9º ano, a indisciplina dos alunos é destacada em maior proporção (18%).


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