terça-feira, 30 de agosto de 2016

Campanha Nacional contra a Lei da Mordaça: Defesa da democracia



No dia em que o Brasil assiste ao capítulo final do golpe em curso no país e vê, como declarou a presidenta Dilma Rousseff, a democracia sentada no banco dos réus, a Contee reafirma o lançamento de sua Campanha Nacional contra e Lei da Mordaça e em Defesa de uma Educação Crítica e Democrática (as peças da campanha estão disponíveis às entidades filiadas aqui no Portal da Contee).

Os assuntos não são desconexos. Pelo contrário, tanto o golpe em Brasília quando aquele que se tenta praticar contra docentes, estudantes e todo o conjunto da educação fazem parte da mesma sanha por poder de uma direita obscurantista, que não aceita o contraditório e que não tem interesse algum em uma educação verdadeiramente cidadã.

Neste momento difícil da história brasileira, é preciso fortalecer nossa luta em defesa da democracia — e isso inclui a democracia dentro das escolas. A Constituição de 1988 garante, em seu artigo 5º, a livre manifestação do pensamento e a livre expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença. A lei máxima do país assegura ainda, no artigo 206, a chamada liberdade de cátedra, isto é, a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber, assim como o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas.

Tanto a Constituição quanto a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), de 1996, compreendem que a educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do estudante, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Ambas as leis que regem a educação nacional entendem ainda que, entre outros pontos, o ensino deve ser ministrado com base no respeito à liberdade e apreço à tolerância.

Diante desse princípio, o movimento Escola sem Partido e sua tentativa de espalhar Leis da Mordaça por todo o país, além de claramente inconstitucionais e de representarem um ataque à Constituição e à LDB, são um reflexo do golpe político no âmbito social; uma prova de como o obscurantismo tenta atingir cada fração da vida da sociedade.

As propostas de Lei da Mordaça demonstram um desconhecimento profundo do processo pedagógico, uma vez que educação pressupõe, em seu sentido pleno, o incentivo à capacidade reflexiva, ao diálogo, à construção da cidadania, sendo, portanto, uma atividade política por excelência, uma vez que o termo política diz respeito à relação de cada pessoa com sua cidade, seu estado, seu país, sua sociedade. Movimentos e projetos defensores da Lei da Mordaça evidenciam um menosprezo pela liberdade de expressão quando esta contraria as ideologias moralmente conservadoras e economicamente neoliberais, assim como os golpistas demonstram desapreço pela democracia se ela não atende aos seus interesses.

Nossa defesa não é a catequese partidária e não somos favoráveis a nenhum tipo de doutrinação, como aconteceu com o nazismo ou o fascismo. Pelo contrário, diante do que está determinado na Constituição e na LDB e da nossa compreensão de que manifestações de interpretações teóricas e políticas diferentes e até opostas sobre fatos e conjunturas históricas e políticas são próprias da ação pedagógica crítica, repudiamos qualquer tentativa de ameaça e censura aos professores e professoras, como a representada pela Lei da Mordaça. Nossa luta é por uma educação livre, plena, crítica e democrática, verdadeiramente construtora da cidadania.

E para que o capítulo da história brasileira que se encerra com o julgamento no Senado Federal possa ser contado nas escolas do futuro como se deve.

Fonte: Contee

Diretoria do Sinpro Macaé e Região
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Documentário Rio Doce


No dia 5 de novembro de 2015, o Brasil inteiro assistiu pela televisão enquanto 60 milhões de metros cúbicos de lama desciam pelos vales da cidade histórica de Mariana, em Minas Gerais, destruindo centenas de casa, tirando 17 vidas, deixando centenas de desabrigados. A lama vinha de uma barragem de rejeitos de minério de ferro da mineradora Samarco, que rompeu. 
O desastre continuou quando esta lama chegou ao Rio Doce, percorrendo 550 quilômetros até encontrar o mar, em Regência Augusta, no Espirito Santo. Em seu caminho, ficaram histórias de pessoas que possuíam uma relação íntima com o rio, de onde tiravam sustento, lazer, alimento e energia, mas que haviam perdido tudo isso com a chegada dos rejeitos tóxicos.
Rio Doce Historias de uma tragedia
O longa-metragem documentário ‘Rio Doce - Histórias de uma tragédia’ mostra, através do ponto de vista das vítimas, como o desastre de Mariana vem causando diferentes tragédias rio abaixo, desde a destruição e morte próximo ao epicentro até as questões sociais, econômicas e ambientais que levarão muitos anos para serem equacionadas. O filme terá cerca de 1h30' de duração e está previsto para estrear em outubro.
Documentário 'Rio Doce': os diretores Hermano Beaumont e Pedro SerraFoto: Os diretores Hermano Beaumont e Pedro Serra nos escombros de Paracatu de Baixo
A produção do documentário foi feita em duas expedições diferentes que seguiram o caminho de destruição da lama de Mariana a Regência, com imagens adicionais feitas no arquipélago de Abrolhos.
A direção é do jornalista Pedro Serra, que já produziu documentários sobre a tragédia da Região Serrana do Rio de Janeiro e a ocupação do Complexo do Alemão e Vila Cruzeiro, e do diretor e roteirista Hermano Beaumont, sócios na produtora Do Rio Filmes.
"Com o desenrolar da tragédia em Mariana e o avanço da lama pelo Rio Doce, sentimos que precisávamos estar lá para entender o que estava acontecendo e contar essa história. Seguimos para lá assim que conseguimos nos organizar e chegamos em Regência a tempo de testemunhar a chegada da lama no mar", Pedro Serra.
Documentário 'Rio Doce': Entrevista no centro de doações de MarianaFoto: Tcharle perdeu a casa em Paracatu de Baixo e, mesmo assim, decidiu ser voluntário no centro de triagem de donativos em Mariana
A equipe de produção contou ainda com o produtor mineiro Diego Sales e o cinegrafista carioca especializado em imagens aéreas Alexandre Salem na primeira viagem, e com o cinegrafista cearense Átila Ximenes na segunda, todos voluntários no projeto.
A primeira expedição foi em Novembro de 2015, apenas duas semanas após o rompimento da barragem. Nesta primeira viagem, seguimos o clima de incertezas, medo e tristeza que acompanhava a passagem da lama pelas cidades. Acompanhamos o trabalho de centenas de voluntários, a chegada de doações de todo o Brasil, a tristeza pela busca de pessoas desaparecidas, o desespero pela falta d’água, a apreensão pela chegada da lama ao mar e o trabalho de ambientalistas para minimizar os impactos.
Documentário 'Rio Doce': nosso carro de produção da primeira expedição
Foto: nosso carro de produção da primeira expedição
Durante essa primeira expedição, lançamos no Facebook a página ‘Humanos do Rio Doce’, onde começamos a contar algumas das histórias colhidas durante a produção do documentário, como a de Jaqueline Fernandes, que perdeu o irmão, funcionário de uma terceirizada da Samarco, quando a barragem estourou:
"Eu vi muita gente da Samarco chegando assustada no bar onde eu trabalho, perto da barragem. Eu fiquei sem chão quando um senhor me disse que tinha visto os seus amigos morrendo.Meu irmão estava bem próximo da barragem. Tentaram esconder isso da gente, mas eu fui sondando e perguntando e descobri que o meu irmão foi uma das primeiras pessoas a ser atingida. Ele estava dando uma manutenção e, quando ouviu o barulho, alguém ainda conseguiu entrar em contato e disse: ‘corre Mateus, porque a barragem estourou’. Aí disseram que ele só respondeu “ok”, e ninguém soube mais dar notícia.A Samarco só apareceu aqui na terça-feira. Aí perguntou se a gente precisava de alguma coisa. Disse que a gente precisava de ajuda sim, até psicológica, por causa da minha mãe, que está muito mal, e do meu sobrinho, que é apenas uma criancinha de cinco anos. Veio um rapaz, conversou com o meu sobrinho, depois uma senhora disse que viria na quinta, mas ninguém nunca mais apareceu.A Samarco deve estar achando que os funcionários não têm família, mas o meu irmão tem família sim."
(veja outros relatos no site do documentário ou na página 'Humanos do Rio Doce'.
Documentário 'Rio Doce': Jaqueline Fernandes
A segunda expedição ocorreu seis meses após a tragédia e foi possível revisitar a maioria das pessoas e lugares da primeira viagem, criando um entendimento maior sobre as consequências da tragédia no longo prazo.
"Desde o começo das filmagens, sabíamos que seria necessária uma segunda viagem, com um tempo que nos permitisse entender melhor o que estava acontecendo, sem as dúvidas e correria dos primeiros dias após o desastre. Queríamos ver como a tragédia havia afetado a vida das pessoas ao longo do rio, e como a natureza vinha se recuperando dessa agressão", Hermano Beaumont.
Ao todo, foram cerca de 20 dias de filmagem e mais de 100 pessoas entrevistadas. Contando as duas viagens, foram cerca de cinco mil quilômetros rodados, com mais de 20 cidades visitadas para poder contar essa história da forma mais completa possível.
Documentário 'Rio Doce': os escombros de Bento Rodrigues
E por que esse filme é tão importante? Menos de um ano após o acidente, pouca coisa continua na mídia sobre este que foi o maior desastre ambiental do Brasil. As companhias de mineração continuam trabalhando com pouca fiscalização e outras áreas do Brasil continuam sobre o risco iminente de novas tragédias. Um documentário com projeção internacional tem o poder de lançar uma nova luz sobre o fato e pressionar as empresas de mineração e o governo por mudanças.
Até agora, todo o dinheiro investido no projeto veio da nossa produtora. Queríamos poder trabalhar de forma independente e imparcial. Ouvir as histórias e poder contá-las livremente. Agora, nós precisamos da sua ajuda para terminar esse documentário e mostra-lo para o mundo. Investimos muito tempo e dinheiro para filmá-lo e queremos que ele seja finalizado, exposto e divulgado com a qualidade que o tema merece. Precisamos investir em trilha sonora, sound desing, colorização, gráficos e divulgação e queremos ter você como parceiro desta empreitada.
Além disso, vamos fazer duas estreias, em praça pública, nas cidades de Mariana, MG, e Regência, ES.No dia 5 de novembro de 2015, o Brasil inteiro assistiu pela televisão enquanto 60 milhões de metros cúbicos de lama desciam pelos vales da cidade histórica de Mariana, em Minas Gerais, destruindo centenas de casa, tirando 17 vidas, deixando centenas de desabrigados. A lama vinha de uma barragem de rejeitos de minério de ferro da mineradora Samarco, que rompeu.
Documentário 'Rio Doce': a equipe da primeira expedição
O valor total do projeto para finalização e despesas de lançamento foi calculado em R$ 55 mil. Ajude-nos a atingir essa meta até 01 de setembro!!!
Orçamento -
  • R$ 30 mil serão gastos na finalização do vídeo (trilha sonora, sound design, colorização, animação, legendagem)
  • R$ 10 mil serão gastos com a exibição pública e gratuita do filme em Mariana e Regência.
  • R$ 8,4 mil serão gastos na divulgação do filme, contratação de assessoria de imprensa, elaboração de material promocional, mídias sociais e inscrição em festivais nacionais e internacionais.
  • R$ 6,600 é a taxa do Kickante
Documentário 'Rio Doce': a equipe da segunda expedição
Sobre nós –
A Do Rio Filmes é uma produtora jovem, especializada em institucionais, conteúdo web e documentários.
Os diretores –
Pedro Serra – Jornalista, sócio-diretor da Do Rio Filmes, onde responde pela direção de fotografia das produções. Coordenou a área de vídeos do Jornal Extra, onde produziu uma variedade de documentários e reportagens sobre os mais variados temas.
Hermano Beaumont - Diretor e roteirista. Responsável pelo roteiro de programas como o +Brasileiros, do canal +Globosat, além da direção de diversos filmes publicitários e campanhas.
Recompensas –
  • R$ 20  - Ficaremos muito gratos pela sua participação, enviando um e-mail de agradecimento com um certificado virtual de apoiador do projeto.
  • R$ 50  - Além do nosso agradecimento por email e do certificado virtual, você vai receber um agradecimento exclusivo e fofo no nosso Facebook.
  • R$ 100 – este kit dá direito ao certificado virtual, agradecimento no Facebook e um pôster de divulgação do filme enviado para o seu endereço.
  • R$ 200 – Com essa quantia, você recebe certificado, agradecimento, pôster e ainda tem o seu nome eternizado nos agradecimentos dos créditos finais do filme.
  • R$ 350 – Além do certificado virtual, pôster e o seu nome eternizado nos agradecimentos finais do filme, você ainda vai receber pelo correio uma cópia do filme em DVD.
  • R$ 500 - Doando R$ 500 você tem direito a certificado, pôster, agradecimento, DVD e ainda vai ganhar uma ligação por Skype com os produtores do filme para um bate-papo sobre a produção.
  • R$ 1.000 – Doe R$ 1000 e, além de tudo o que foi dito antes, você ainda vai poder assistir ao filme antes de todo mundo em um link com senha exclusiva.
  • R$ 3.000 – Além das recompensas anteriores, você poderá jantar com os produtores do filme no Rio de Janeiro ou durante a estreia do filme em Mariana ou Regência. O jantar é por nossa conta!
  • R$ 5.000 - Aí o negócio fica sério. Além de todas as recompensas anteriores, você ganha o crédito de produtor do filme, tem direito a ver cortes antes do lançamento e pode até dar opinião (ok, não necessariamente iremos acatá-la, mas com certeza ouviremos).
  • R$ 10.000 – Você é nosso parceiro. São apenas duas vagas! Além de tudo o que já foi dito antes, as portas da produtora estarão abertas para você, que poderá participar do processo de edição e terá o crédito de produtor executivo. Lembrando, claro, que qualquer decisão final sobre o filme será nossa, mas ficaremos felizes de ter você participando do processo (e o cafezinho aqui na produtora é supergostoso).



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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

9° Conatee elege nova Diretoria da Confederação



Foi eleita hoje (28) a nova Diretoria da Contee, que conduzirá a entidade pelos próximos quatro anos. E a construção da unidade foi a grande vitória do 9° Conatee, com a composição de uma chapa única para a disputa. O entendimento é de extrema importância para o fortalecimento da luta da Contee, sobretudo num momento político que exige da esquerda brasileira um posicionamento firme e unitário em defesa das conquistas dos últimos 13 anos e dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.

Foi justamente o que destacou o professor Gilson Reis, eleito o novo coordenador-geral da Contee, que tomará posse oficialmente no dia 3 de outubro. ‘‘A Contee, neste congresso, faz história. História porque o momento político do nosso país demanda a mais ampla unidade para poder resistir às adversidades que serão impostas ao movimento sindical e aos trabalhadores e trabalhadoras’’.

A professora Madalena Guasco Peixoto, que esteve à frente da Coordenação-Geral por quatro mandatos e agora assume a Coordenação da Secretaria-Geral, agradeceu aos delegados e delegadas e à organização do Conatee, recebendo ainda uma homenagem no encerramento do congresso. ‘‘Foi com muito orgulho que dirigi esta Confederação por quatro gestões e é com muito orgulho também que passo o bastão ao companheiro Gilson. Continuo na direção e vou fazer o possível que a gestão que começa seja muito mais exitosa do que a que se encerra.’’

Além da eleição da diretoria, o 9° Conatee reafirmou a bandeira de combate ao golpe e em defesa da democracia, aprovou resoluções a respeito da conjuntura nacional e internacional e apontou as posições políticas e a forma de enfrentamento à crise econômica e seus efeitos na luta da classe trabalhadora.

A pauta educacional também definiu as prioridades da luta da Confederação na defesa da educação pública, democrática, de qualidade socialmente referenciada, e da regulamentação do setor privado de ensino.




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Contee lança campanha contra a Lei da Mordaça





A Contee lançou neste sábado (27), no segundo dia do 9° Conatee, uma campanha nacional contra a Lei da Mordaça. As peças da campanha estão disponíveis no Portal da Contee e mostram, através das imagens de um professor amordaçado e de uma estudante impedida de ver e ouvir, como os projetos do movimento Escola Sem Partido representam um ataque à liberdade de cátedra e a construção de uma educação crítica e democrática.

O mote é ‘‘A minha entidade sindical me defende deste ataque’’. Camisetas e faixas representando mordaças foram distribuídas aos delegados e delegadas, que fizeram um ato simbólico para o lançamento da campanha durante a plenária do Conatee. A campanha também conta com um vídeo de denúncia à censura e em defesa da educação crítica e democrática. O vídeo foi exibido na noite de sexta-feira, durante o ato político realizado no primeiro dia de Conatee. 

Os professores César Gomes, Guilhermina Rocha e Rosilene Macedo da Diretoria do Sinpro Macaé e Região estiveram presentes no Congresso e também participaram do Ato. 









Assista abaixo ao vídeo da campanha:




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[Vídeo] Entenda a PEC 241/2016 que inviabiliza as metas e estratégias do PNE 2014-2024 (Lei 13.005/2014).



A Campanha Nacional pelo Direito à Educação quer fazer um alerta: tramita no Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016. Essa PEC estabelece um novo regime fiscal, proposto pelo presidente interno, Michel Temer, e pelo ministro da fazenda interino, Henrique Meirelles, determinando que nenhum investimento nas áreas sociais pode ser superior ao reajuste inflacionário. Isso significa que nenhum centavo novo vai chegar para construir escolas, pré-escolas, creches, melhorar as universidades públicas, a educação básica, o salário dos professores. Em resumo, a PEC 241/2016 praticamente inviabiliza as metas e estratégias do Plano Nacional de Educação 2014 – 2024 (Lei 13.005/2014).

O Brasil precisa expandir matrículas e aumentar o investimento em educação e não reduzir, como quer o presidente interno, Michel Temer, e o ministro da fazenda interino, Henrique Meirelles. É importante que, neste momento que o Brasil vive de crise política e crise econômica, toda a sociedade tenha consciência do risco que ela corre caso o governo interino seja bem sucedido na tramitação dessas matérias no Congresso Nacional.


“É fundamental que a sociedade se oponha à PEC 241 e convença cada deputado e cada senador a votar contra a PEC 241. Parece que estamos falando só do nosso presente ou só do Plano Nacional de Educação que se encerra em 2024 mas, na realidade, estamos falando de um período de vinte anos de vigência dessa proposta de diminuição do investimento em educação, saúde, e assistência social. E vamos viver vinte anos de finalização da possibilidade de o país ser de fato próspero e digno para sua população.”
Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação


PEC241



Abaixo, confira na íntegra as apresentações nas audiências públicas sobre a PEC 241/2016, ocorridas na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (15.08) e na Comissão de Assuntos Econômicos (16.08) do Senado Federal. A Campanha Nacional pelo Direito à Educação se posiciona a favor dos posicionamento do Proifes e de Eli Iola Gurgel Andrade, da Associação Brasileira de Saúde Coletiva.

15.08.2016 – Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal

15.08.2016 – Audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal

15.08.2016 – Audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal

16.08.2016 – Audiência Pública da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal

16.08.2016 – Audiência Pública da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal

16.08.2016 – Audiência Pública da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal

16.08.2016 – Audiência Pública da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal






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